Aterro da Raposa funciona sem licenciamento ambiental
O aterro sanitário para resíduos urbanos da Raposa, concelho de Almeirim, está a funcionar desde que abriu em 2000, há seis anos, sem licença ambiental. Condição essencial para que possa operar legalmente, já que a licenciamento implica o cumprimento das medidas necessárias para assegurar a protecção do ar, da água e do solo e de prevenir ou reduzir a poluição sonora e a produção de resíduos. A situação é confirmada pelo presidente da Câmara de Almeirim e da EcoLezíria, sociedade de capitais maioritariamente públicos que gere o aterro que serve sete municípios. José Sousa Gomes (PS) garante no entanto que se está a tentar regularizar a situação.
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