Mário Pereira, Personalidade do Ano Política Masculino
Manifestar reconhecimento público a pessoas que se evidenciaram pela nobreza do seu carácter e pela excepcionalidade das suas acções é o grande objectivo da iniciativa de O MIRANTE denominada Prémios Personalidade do Ano que teve a sua primeira edição em Fevereiro de 2006. Este ano O MIRANTE vai entregar os prémios, no próximo dia 11 de Fevereiro, no Cine-Teatro de Ourém. QuimZé Lourenço aquece o serão com canções do poeta José Carlos Ary dos Santos, uma personalidade indiscutível e eterna da poesia portuguesa.
Depois de três vitórias do PS no concelho de Alpiarça, Mário Pereira, um professor de história de 39 anos, recuperou a autarquia para a CDU protagonizando uma das surpresas eleitorais das eleições autárquicas. Futebolista no clube da terra dos infantis aos seniores gosta muito de escrever e a sua curiosidade pelo que se passa à sua volta leva-o a confessar que não se sentiria mal se tivesse enveredado pelo jornalismo. Um dos seus objectivos é dissipar o clima de crispação política que estava instalado no seu concelho.
Mário Pereira é licenciado em História e Ciências Sociais pela Universidade do Minho. Exerce a profissão de professor desde 1995. Quando se candidatou a presidente da câmara de Alpiarça leccionava em Moimenta da Beira o que o levava a estar afastado da família durante a semana. É filho único. O pai morreu antes dele nascer e foi criado pela mãe em Alpiarça. É casado e tem dois filhos.
Inscrito no Partido Comunista Português desde os 16 anos de idade, integra a Direcção da Organização Regional de Santarém e a Comissão Concelhia de Alpiarça do PCP. Foi 3º Candidato da CDU na lista para a Câmara Municipal de Alpiarça em 2001;foi o 1º Candidato da CDU na lista para a Câmara Municipal de Alpiarça, em 2005 e Foi Candidato na lista da CDU pelo distrito de Santarém às Eleições Legislativas de 2002 e 2005. Quando é que foi pela primeira vez à Festa do Avante?
Foi pela primeira vez à Festa do Avante com a mãe, quando tinha 10 anos. Nos últimos anos trabalha pelo menos um dia na montagem da Festa e costuma assistir aos principais espectáculos.
Não gosta do conflito pelo conflito mas também não é adepto da tranquilidade das águas paradas e acha fundamental o confronto político e o debate de ideias para que sejam encontradas as melhores soluções para os problemas.
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