Sociedade 8 Nov 2011, 00:36h
Promotores da plataforma logística da Castanheira do Ribatejo garantem que vão arranjar estradas

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Os promotores da Plataforma Logística Lisboa-Norte, na Castanheira do Ribatejo, em Vila Franca de Xira, comprometem-se a arranjar as estradas municipais que têm sido degradadas pelo volume de tráfego de pesados envolvidos na construção da infra-estrutura. Esta foi pelo menos a garantia dada pelos promotores do empreendimento, os espanhóis do Grupo Saba Logística, à presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Maria da Luz Rosinha, no final de uma reunião que ocorreu na última semana.

"Vão ser feitas intervenções, da responsabilidade do grupo Saba Logística, na avenida Carlos Leal e na estrada que liga à Italagro”, disse Maria da Luz Rosinha, adiantado que a câmara irá fazer o restabelecimento da Estrada Municipal 1237. Obras que, segunda a autarca, devem ocorrer, "o mais tardar, durante Dezembro", disse à Lusa.

A questão da degradação das estradas municipais da Castanheira do Ribatejo foi levantada publicamente pelo presidente da Junta de Freguesia da Castanheira do Ribatejo, Ventura Reis (CDU), na reunião de câmara do executivo, realizada na freguesia.

“Os condutores já não têm grandes condições de desviar-se dos buracos e correm o risco de ir parar dentro da vala”, descreve Ventura Reis que lamenta que a empresa tenha deixado um mau cartão de visita.

O autarca salienta que as pessoas querem ver o problema resolvido e exige que a câmara tome uma medida rapidamente mesmo que isso implique activar as garantias bancárias.

A presidente da Câmara de Vila Franca de Xira informou ainda que recebeu garantias de que o investimento na plataforma logística Lisboa-Norte se vai manter. Devido ao elevado número de contratos suspensos a administração da plataforma só começará a construir as naves logo quando tiver contratos assinados com os clientes. Neste momento não há data prevista para o arranque dessas obras.

O projecto da Plataforma foi apresentado a 11 de Março de 2008 pelo então primeiro-ministro José Sócrates, e previa um investimento de 265 milhões de euros e a criação de 17 500 empregos, mas até ao momento não foi construído um único pavilhão. As obras visíveis prendem-se com os acessos à Auto-estrada 1 e à Estrada Nacional 1, estando os cerca de 100 hectares, delimitados pela central termoeléctrica do Carregado e a nova estação de caminho de ferro, vedados com arame e blocos de cimento.

A câmara aprovou também um projecto de expansão da plataforma logística que prevê que o espaço envolvente possa acolher várias actividades de negócio que não exclusivamente a logística.

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