Economia 9 Abr 2013, 00:13h
Inalentejo aprova financiamento para estudos na Lezíria do Tejo

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Três estudos de promoção da Lezíria do Tejo têm assegurado financiamento comunitário no âmbito de uma candidatura da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo, que pretende dotar a região de instrumentos de planeamento, informou o secretário executivo daquela estrutura.

“Fizemos uma candidatura de mais de 318 mil euros ao Inalentejo (Programa Operacional Regional do Alentejo) e foi aprovado o financiamento a 85% (235.237,50 euros), para desenvolvermos estudos que já foram adjudicados”, disse esta segunda-feira à Lusa o secretário executivo da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT), António Torres.

Um dos estudos incide sobre a identificação e regulamentação das Áreas de Vocação Turística (AVT) uma obrigação do PROT OVT (Plano Regional de Ordenamento do Território do Oeste e Vale do Tejo), a que as câmaras têm de dar resposta e que a comunidade optou por “fazer para todos os municípios, distribuindo 50% das camas turísticas por todos, de acordo com o número de habitantes e deixando outros 50% para futuros investimentos”, explicou o mesmo responsável.

A segunda área a estudar é a transição para uma economia de baixo teor de carbono, identificando projectos a executar no período de 2014-2020, em termos de eficiência energética na iluminação pública e semaforização, nos edifícios e equipamentos municipais, aposta nas energias renováveis e promoção de mobilidade sustentável.

Só depois de concluído o estudo, que deverá prologar-se até “meados de 2014” será estimada a poupança para todos os municípios mas, segundo António Torres, “contas feitas por alto apontam, só na circular urbana de Santarém, para uma redução de custos na ordem dos sete mil euros”.

A candidatura contempla ainda a elaboração do Programa Territorial Integrado (PTI) “Lezíria 2020”, que vai definir uma estratégia de desenvolvimento integrada para o período 2014-2020.

Actualmente estão a decorrer “workshops com o objectivo de recolher contributos dos agentes económicos, sociais e ambientais para a elaboração do PTI”, que conta com a colaboração de 19 entidades na criação de “uma estratégia de actuação que conduza ao desenvolvimento integrado, equilibrado e sustentável da região”.

Neste último caso, a comparticipação comunitária destina-se “ao pagamento de dois consultores [Augusto Mateus e Associados e Madureira Pires]”, sublinhou António Torres.

O objectivo da candidatura é, segundo uma nota da CIMLT, “dotar os Municípios associados de instrumentos de planeamento e de decisão de investimento público”, tornando-a “mais coesa e com apetência para o desenvolvimento regional conjunto”.

A Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo corresponde à NUT III da Lezíria do Tejo e integra os municípios de Almeirim, Alpiarça, Azambuja, Benavente, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Golegã, Rio Maior, Salvaterra de Magos e Santarém.

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